Desce redondo?

28 nov

Eu aqui tentando parar com aquela cervejinha gelada no fim do dia, e vem a novidade: sorvete de Skol! Em edição limitada, a partir de janeiro de 2013, o sorvete vai ser vendido em bares de São Paulo e do Rio de Janeiro, além dos quiosques da Skol na orla carioca. A ideia de algo supergelado com sabor de cerveja parece boa. Será?

ps: gostei da pazinha em forma de abridor!

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La vie en rosé

21 out

As comidinhas e os vinhos do Sul da França, mais precisamente da região de Languedoc-Roussillon, estão servidos em grande estilo durante o Festival Sud de France, que está acontecendo em São Paulo. O evento, que começou dia 15 e vai até 25 de outubro conta com alguns dos mais famosos restaurantes franceses da cidade: Charlô, Le Jazz, Vino! e Le Vin Bistrô são alguns que elaboraram menus especiais inspirados no evento. O Le Vin, por exemplo, oferece um menu fechado a R$ 88 por pessoa. O prato principal é o Cassoulet Traditionel, com Moules à la Provençale na entrada e Patisserie Le Vin na sobremesa. Para acompanhar, a opção inclui uma taça do rosé Le Hauts (2011). Vale lembrar que o vinho rosé é uma das maravilhas do Sul da França. No Brasil, foi renegado e rotulado como ruim por muito tempo, porque por aqui só chegavam rótulos duvidosos, mas agora  vem ganhando cada vez mais espaço no paladar dos paulistanos e nas cartas mais nobres. Perfeito para os dias quentes, vai bem geladinho e tem a versatilidade de acompanhar carnes brancas ou vermelhas. Em agosto deste ano, tive o privilégio de conhecer alguns dos vilarejos mais bonitos do Sul da França. Se eu fechar os olhos agora, posso sentir o cheiro da lavanda,  o gosto dos rosés da Provence (da região de Côte du Rhone), o sabor único dos queijos,  pães, azeites, azeitonas e da carne de cordeiro mais gostosa que já provei. Só de lembrar dá água na boca! Para saber mais sobre o festival, as degustações de vinhos e os restaurantes participantes, acesse: http://www.festival-suddefrance.com

Ata-me!

9 out

Image“Personalidad, alma y atrevimiento”. Só pela definição eu já gostei do Restaurante Almodóvar, novidade da rua Pinheiros. Resolvi conferir e o lugar é mesmo caliente como os filmes do diretor espanhol. Na entrada, uma parede carmim com 100 pratos brancos criam o efeito poá que se repete nos guardanapos de bolinhas inspirados nos vestidos de flamenco e em pequenos espelhos redondos aqui e ali. Lá dentro, fotos gigantes de dançarinos e leques entre cortinas de veludo vermelho e lustres de cristal. Vermelho, preto e turquesa dão o tom ao ambiente que, com as nuances da iluminação, criam o clima para degustar vinhos, tapas e pratos da culinária espanhola. Croquetes de jamón, tigres (frutos do mar empanados e servidos na concha, levemente picantes) e as tradicionais tortillas de batata são algumas delícias que chegam fumegantes e impecáveis à mesa. Os preços das tapas ficam entre R$ 8 e R$ 30 (individuais e para compartir) e os vinhos são bastante acessíveis –boa surpresa para quem anda com medo de assaltos gastronômicos em São Paulo. O atendimento simpático e a trilha sonora –do cante flamenco a canções contemporâneas espanholas embalam a casa desenhada pelo arquiteto Ricardo Velasco, um dos cinco sócios. Nenhum deles com experiencia anterior em restaurante, o que dá ao lugar algo de frescor e espontaneidade. Ricardo, diga-se, também é uma simpatia. “Fale com Ele”. Ainda não provei os pratos da cocina espanhola (parece que a paella é sensacional), mas espero “Volver”. Ricardo planeja domingueiras com baile flamenco –olé! A conta, que charme, vem “De Salto Alto” –em um sapato vermelho atrevido. Donde?Restaurante Almodóvar, rua dos Pinheiros, 274 (ao lado do Le Jazz), tel. 11-3062-4455, www.restaurantealmodovar.com

Gnocchi da sorte

29 jul

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Dia 29. Dia de comer nhoque! Eu adoro, principalmente a receita original, com molho de tomate ao sugo e manjericão fresquinho. Gosto também quando a massa é de espinafre. Deixo aqui como sugestão de receita do Isolda Restaurante, recém aberto na Oscar Freire, nos Jardins (www.isoldarestaurante.com.br). Para quem quiser aproveitar a noite do domingo de um jeito especial… ou simplesmente, como eu, tentar reproduzir a receita dia desses, 29 ou não. Ah, sem esquecer de colocar uma nota de dinheiro debaixo do prato –conforme a tradição, para dar sorte! E você, como gosta do “seu” nhoque?

Gnocchi ao molho de queijo taleggio

Rendimento: 4 porções

Dica: prepare o molho antes de cozinhar o gnocchi!

 Ingredientes

½ kg de queijo taleggio (queijo elaborado com queijo de cabra)

150 ml de leite

1/2 litro de creme de leite

100g de manteiga sem sal

Amasse o queijo taleggio e misture o leite quente aos poucos.

Adicione o creme de leite e continue mexendo. Adicione 100 g de manteiga s/ sal e aguarde.

Junte o molho ao gnocchi e sirva imediatamente.

I love coxinha

25 jul

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Pense numa noite gélida de chuva –por acaso, a de terça-feira passada em São Paulo. Sair de casa? Será? Além do mais era uma noite crucial  na trama de Avenida Brasil,  perto da “grande virada” do enredo das nove. Quando tudo diz para eu não sair, às vezes me dá uma vontade do contra e, em boa companhia (fundamental para a resolução!), resolvi dar um pulo no Itaim. Por um excelente motivo: provar a famosa coxinha creme da Mercearia São Roque. No casarão de esquina, na rua Amauri, funcionou uma vendinha dos anos  50 aos 90. Hoje, o lugar é um resto-bar aconchegante, com toalhas xadrezinhas e petiscos fumegantes. Mesmo com frio, o choppinho desceu redondo, seguido de uma caipivodka de lichia sensacional, na medida, para esquentar. Até que as coxinhas chegaram, em porção, crocantes e cremosas. Duvido que a Nina da novela faria igual! Pratos como bife à parmegiana, escalopinho de filé mignon e carne seca desfiada com quibebe e farofa também me pareceram ótimas pedidas no menu, um tanto confuso feito trama de novela, por ter muitas páginas. No dia seguinte, soube de cada detalhe do que rolou com Nina e Carminha, mas não perdi a coxinha! Ficou com água na boca? vai lá: www.merceariasaoroque.com.br

Para colorir com graça

17 jul

Ideias multicoloridas para dias acinzentados. Sensacional essa maneira de usar os caixotes!

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Fetuccine com camarão

9 jul

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Estou em Paraty. Aqui, sempre faço essa massinha, coisa de 10 minutos. Primeiro que tem camarão na esquina. Ir a peixaria, escolher, pedir para limpar limpinho, esperar vendo a vida passar, tudo faz parte do programa. Em São Paulo ou outra cidade grande, a dica é ir a feira, feliz da vida. Depois, é a coisa mais fácil e gostosa de fazer. Vou dar a receita para uma pessoa. Para dois, basta dobrar os ingredientes. São eles: 10 camarões médios limpos, sem rabo e sem cabeça, um fio de azeite, dois dentes de alho picadíssimos, meio tomate picadinho, coentro picadinho, sal e pimenta a gosto. Faça assim: enquanto a água da massa ferve, pique os ingredientes. Ao colocar o fetuccine na água, comece com os camarões, porque o preparo é rapidinho. Doure o alho no azeite, e coloque os camarões, mexendo aqui e ali, por 3 a 4 minutos. Quando eles estiverem cor-de-rosa, acrescente o tomate, o sal e a pimenta, e deixe mais 5 minutos, no máximo. O tempo do fetuccine ficar al dente. E os camarões também. Porque, como a massa, se cozinham além do ponto, ficam borrachudos. Por fim, salpique o coentro para dar aquele toque tropical (o da foto acima é de verdade, eu que fiz). Tem um vinho geladinho aí? Fechou. Bom apetite!

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